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O dia 8 de agosto estará para sempre na memória de Rafaela Silva. Foi nesse dia que a judoca conquistou o ouro nos Jogos Rio 2016. Um mês após a vitória, a atleta voltou ao Parque, mas agora como torcedora para incentivar os paratletas do judô.

Perguntada sobre o que é mais fácil, lutar ou torcer, Rafaela não titubeou.

“Torcer, claro (risos). Aqui a gente fica só na tensão, mas lá no tatame é uma mistura de nervosismo, tensão e pressão por resultados”, avaliou.

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Rafaela Silva e Thamara assistem às lutas de judô nos Jogos Paralímpicos (André Durão)